segunda-feira, 20 de abril de 2026

Ler as primeiras páginas deste livro incrível

Prólogo O universo é imenso e guarda muitos segredos, entre estes, vida em outros planetas. Os cientistas de todo o mundo buscam incessantemente por respostas e perguntam – Existe vida em outros planetas, que tipo? Em 1969, o homem pisou na Lua em busca de tais respostas, mas, infelizmente, não obtiveram. Mesmo assim, eu sempre acreditei em extraterrestres, e, quando pequena, eles surgiram em minha mente com um nome bizarro. Além disso, também já tive alguns sonhos. Devido a tudo isso, eu me inspirei em fazer minhas histórias de ficção científica. Adoro misturar os fatos que saem de meus sonhos e de minha imaginação. Assim, esta história nos leva para o centro de um planeta conhecido, mas nem tanto. Porém, antes de ir para a narrativa, vamos conhecer melhor uma raça de extraterrestre. COMO COMEÇOU Há dez bilhões de anos, Urano era um planeta morto, sem vida, a não ser apenas fungos e lôdo. No entanto, graças a dois pequenos asteroides, que viajaram há milhares de anos e atingiram o centro do planeta, surgiram, então, várias categorias de vidas no centro deste astro. O PRIMEIRO ASTEROIDE O primeiro asteroide que atingiu o planeta veio da constelação Karina, viajando através de um buraco de minhoca, pelo qual chegou em poucos anos a Urano. Ele continha várias categorias de células vivas congeladas, mas como a superfície daquele corpo celeste inóspito em que caiusó exalava gases, este asteroide afundou-se neles até atingir o centro, rochoso, rodeado de um manto d’água, metano e amônia congelados. Assim, foi nessa parte sólida de Urano que surgiu vida, tendo o asteroide caído de um oceano, as células congeladas derreteram, e Deus transformou-as em várias categorias de animais. | reuneses e a praga de urano O SEGUNDO ASTEROIDE Quatro milhões de anos depois, o segundo asteroide, vindo da constelação Reuniuns, também tendo viajado através de um buraco de minhoca chegou em pouco anos a Urano. O asteroide da constelação Reuniuns, que também é desconhecida pelos humanos, continha células vivas congeladas. Contudo, desta vez, tinha só duas categorias de células: a célula X e a célula Y, e Deus transformou a célula Y em um reunês e a célula X em uma reunesa. A palavra reunês vem de reunir o nome da constelação de onde veio o asteroide que deu a origem a eles. Reuniuns em uraniano significa união, ou seja, na constelação de Reuniuns, as estrelas ficam bem próximas umas das outras, parecendo que estão unidas, é por isso que ela tem esse nome. Os primeiros reuneses tinham o raciocínio semelhante ao dos homens das cavernas que viveram na Terra. Eles também viviam em cavernas, e assim se alimentavam como os outros animais, mas, com o tempo, eles passaram a usar tecidos feitos de uma planta como vestimentas para se protegerem do frio. Com o passar do tempo, o raciocínio deles, que era semelhante ao dos homens das cavernas, foi se desenvolvendo de uma forma espantosa. Dois milhões de anos depois, surgiu, então, uma civilização muito avançada. Vamos conhecer mais sobre essa civilização, os reuneses. Os cientistas dizem que o ser humano usa de 2% a 10% de seu cérebro. Já os reunises usam de 20% a 35% de sua capacidade, e aqueles que usam acima de 30% têm o dom de se comunicar por telepatia entre eles e os seres inteligentes de outros planetas. Assim, para um ser humano ou extraterrestre falar com alguém de seu povo ou um ser de outro planeta, é preciso possuir o desenvolvimento do raciocínio, porque um corpo de um ET ou de um ser humano tem uma condensação energética limpa e perfeita. Só assim para ter contato por telepatia com várias raças de seres inteligentes. Se alguém tiver as suas energias poluídas, degeneradas e fracas, não há como ter contato por telepatia. Os reuneses também têm a capacidade de enxergar as cinco dimensões. Mas voltando às suas características, os reuneses são bem diferentes de nós, humanos, em alguns aspectos. Por exemplo, suas peles têm cores esquisitas, são azuis-gelo, e em cada uma das mãos e pés, eles têm sete dedos; os seus cabelos são de cores vibrantes, como vermelhos, roxos, azuis e brancos. renata strapaissi vieira | 7 Os reuneses têm uma variação de sua espécie, 30% deles são ciclopes, ou seja, têm um olho só. Assim como outras espécies de Urano, os olhos destes seres são incandescentes, têm luzes, que servem para suas visões ficarem nítidas em meio aos gases do planeta. Em suas testas, possuem antenas que parecem dois tentáculos de polvo, entretanto mais finos, com ligação ao cérebro, os quais servem para captação (localizar alguém ou algo que deseja; informar a aproximação de inimigo, e para aqueles mais evoluídos terem contato com seres de outro planeta e entre eles mesmos), e eles podem mover as suas antenas para frente e para trás. Porém, também há um aspecto deles que em que são muito parecidos conosco, eles têm órgãos genitais. Isto quer dizer que se reproduzem sexualmente, vivem em família, se amam, brigam, dão carinho mutualmente, sofrem, choram e também sorriem, assim como nós. Os gases de urano fazem mal para a gente, mas não para eles, que precisam deles para respirar. O nitrogênio também é vital, a água de lá é misturada com ele, não lhes fazendo mal algum. Nem mesmo os cogumelos venenosos daqui fazem mal a eles, são até suplementos para eles viverem. Eles são o contrário da gente. Os reuneses são seres que surgiram em minha mente quando eu tinha nove anos, e desde quando eu passei a sonhar com eles, comecei a desenhá-los e a escrever uma história. Só que, no começo, eles eram infantis e eu pensava em fazer uma narrativa assim, mas, então, eu cresci e vi assuntos mais polêmicos. Logo, desisti de escrever histórias infantis, mas passei a escrever uma história para jovens e adultos. Tenho uma tecnologia que eu vi em sonho nessa história. Reuneses como eles vivem em um ambiente como uma penumbra, diferente daqui que tem o sol, lá é como se fossem sempre seis da tarde daqui, mas é melhor que não ter luz. Eles também usam diamantes como lâmpadas em suas casas, nas ruas, e para os seus aparelhos funcionarem, ou seja, eles colocam seus diamantes em uma parte de seus | reuneses e a praga de urano aparelhos, e isso os faz funcionar. Lá também tem chuvas, contudo, três categorias de chuvas: de nitrogênio, água e desses diamantes pequenos que caem na superfície gasosa, atravessam os gases e acabam chegando ao centro de Urano. Lá também neva, sendo que eles sabem quando é de dia ou noite pelas vibrações de suas antenas, que os avisam para que lado o sol está. O mundo deles é um mundo bem diferente do nosso... Eles moram em casas feitas de um material metálico, com um formato arredondado, como de um iglu, contudo em tamanho maior. Devido às suas tecnologias, algumas destas casas são flutuantes, e como lá neva, as casas de lá são cobertas de neves, parecendo serem feitas de gelo; e eles recolhem as águas das chuvas. Os seus computadores são todos holográficos e as crianças de lá não vão à escola, elas adquirem conhecimento em casa, à distância, através de um site de aprendizagem. Para provarem que aprenderam, elas são obrigadas a ir para um lugar parecido com uma lan house participar de um jogo com óculos virtuais, para ninguém olhar copiar de ninguém. Um jogo sobre tudo o que eles estudaram, e que serve como prova. Suas ruas todas são limpas e feitas com materiais cromados. Lá também existem lojas virtuais, tudo o que eles compram é pela “internet”, com a entrega feita por robôs em poucas horas. Todavia, em vez do dinheiro em papel ou em metal, eles usam uns braceletes em seus braços direitos, negociando com dinheiro digital, e quando eles compram algo, passam o bracelete na frente de um aparelho leitor. Estes braceletes não têm só o dinheiro, como também contêm todas as informações pessoais e com elas dá para transmitir fotos, vídeos holográficos, gravar vídeos e tirar fotos também. Seus alimentos são produzidos por experimentos, tanto com produtos naturais quanto com produtos químicos, por exemplo: Enquanto nós sonhamos com transportes que voam, isto já é realidade para eles há muito tempo! Os seus meios de transportes são todos aéreos, como carros que, através de suas tecnologias, voam sem precisar de turbinas, mininaves, motos com antigravitacionais, pranchas flutuantes, ônibus espaciais... e o mais impressionante de todas as máquinas, as naves espaciais. Elas servem como transportes de pesquisadores e médicos, especialistas na busca de cura de seu planeta. Eles, em suas viagens a outros planetas e galáxias, descobriram espécies diferentes, nas quais, algumas, eles trouxeram porque sabiam que iriam sobreviver no centro de Urano. Também realizaram várias descobertas, entre as quais curas de doenças que já tinham perdido as esperanças de tais feitos. Suas viagens já eram muito rápidas por causa das naves espaciais, que têm a velocidade da luz e tecnologia avançadíssima. Suas armas são as melhores que há, e entre elas estão os canhões de plasma. Não que eles quisessem guerra, mas sabe como é (é melhor prevenir do que remediar), caso apareça algum ser de outro planeta inimigo... Também servem para destruir meteoros que surgem à sua frente. Apesar de as naves espaciais serem muito rápidas, cientistas buscavam maneiras de viajar em uma velocidade ainda maior, para que não acontecesse como em alguns anos atrás, quando perderem muitos habitantes, pois não tinham cura em Urano. Eles foram buscar na biologia de outros planetas e estrelas as curas, mas devido ao tempo que duravam as viagens, milhares morreram antes de chegar a salvação. Até que um dia, Bob, um cientista que estudava as estrelas, viu algo que mudaria a história: era um buraco interplanetário que daria acesso a outros planetas e dimensões de modo mais fácil e rápido, de uma maneira que eles não perdessem tempo como antes. Estes buracos são túneis espaciais que serve como portais, eles podem levar de um ponto para outro do Universo em pouco tempo, e nós os conhecemos como “buraco de verme” ou “buraco de minhoca”. Eles descobriram primeiro e deram o nome de: Anoip teleprans, que em uraniano que dizer portal dimensional. Contudo, antes deles fazerem a primeira viagem pelo Anoip, usaram os robôs de seu planeta como cobaias e o resultado foi um sucesso. A partir dessa descoberta, eles passaram a fazer suas viagens através destes portais. O centro de Urano é dividido por reinos, cada um com leis e costumes diferentes, alguns reinos, por exemplo, não aceitam habitantes ciclopes. Quando nasce um, é banido com sua família e tem que procurar abrigo em reino que os aceite. Existem também reinos que não aceitam animais de outros planetas, por isso alguns são contra aquilo que se está fazendo. Os reinos são levantados por campo de energia, para dividirem suas fronteiras, só entram outros que não eram de lá que conseguem a permissão do rei daquele lugar. Apesar das leis e costumes diferentes, todos falam a mesma língua (falam em uraniano). Caros leitores, agora que vocês sabem sobre esta raça, vamos para história!! -- H --   A FUGA DE MUZIUS Muzius é um cientista que era motivo de piada no mundo científico pelos seus inventos. Ele estava em um projeto que os ajudariam muito, inventou um artefato que disparava um raio que abria portais dimensionais, e isto possibilitava o tráfego das naves por infinitos universos. Ele tinha como características a pele azulgelo, cabelos brancos e compridos, olhos verdes, nariz achatado e 2 metros de altura. Ele queria apresentar seu projeto no congresso científico, contudo, foi barrado por seus colegas, que diziam que ali não era seu lugar, que era lugar para os verdadeiros cientistas e o não convidaram. Os outros nem gostavam de ouvir falar o seu nome, devido às suas decepções anteriores. Muzius insistiu, mas foi tirado de lá com chutes e choques de armas, derrubando-o no chão. Com muita raiva, decidiu se vingar da sua própria civilização, e assim começou bolar um plano. Depois de um tempo, ele inventou um “disfarçado”, invento que possibilita se transformar em qualquer ser humanoide. Depois, ele invadiu o campo das naves para roubar uma delas, e os guardas e tropas que estavam por perto correram atrás dele atirando. Contudo, a nave em que estava era mais veloz que todos. A tropa Kayw, que é totalmente da paz, está presente e agora atiram raios tranquilizantes, mas nada atinge Muzius. As outras tropas atiram contra ele com armas de laser, e quando Muzius estava se aproximando de uma das naves espaciais, um raio atinge o seu cabelo, cortando um pedaço que cai no chão. Ele só não se feriu porque estava usando armadura, e o esperto conseguiu entrar na nave e acabou partindo, e com ele levava muitos alimentos. Surge, então, Muzius, que abduz um reunés da tropa Xayw, e através de um microfone ele diz: — Todos deste planeta pagarão muito caro por terem me humilhado. Vocês temerão perante a minha ira, quando eu voltar não sobrará pedra sobre pedra em Jonevus (Urano). Antes disto terão notícias minhas. Depois disso, ele saiu deixando rastro de destruição; as tropas que estavam presentes tentaram persegui-lo, mas ele desapareceu que nem fumaça no vento. Nem mesmo os radares ultramodernos conseguiram rastreá-lo, pois foi ele quem criou e inseriu a permissão para que Muzios projetasse um Anoip (instantâneo), que sumiu logo após ele ter entrado. Esquale acaba recolhendo os cabelos de Muzius do chão, e Ticam, um dos integrantes ciclope da tropa Kayw, diz: — Para quê, você vai querer isto? — É para usar nas investigações de Muzius, para achar Dorna, com os cabelos dele, nós podemos achar o seu “DNA” em algum lugar, caso ele tenha feito algo com o Norda. Depois, nós tentaremos entrar em contato com ele. Pena que não podemos fazer o mesmo com Muzius, pois ele não é um reunês evoluído o suficiente para isso... e você acha que Muzius pode fazer alguma coisa conosco? — disse Esquale. — Suponho que não! Mas depois disso, eles tentaram entrar em contato com Norda, mas não conseguiram, os que os fez acreditar que estava morto, que Muzius tinha o matado. Esquale é um dos reuneses que pensa que Muzius é capaz de lhes fazer algum mal mais para frente. No entanto, alguns cientistas e tropas não deram ouvidos ao que Muzius tinha dito, outros ficaram apavorados com a ameaça de vingança feita aos reinos do planeta ao seu redor, aliás, ele conseguira algo indicativo até então. Alguns tempos se passaram... Entre milhares de viagens, algo estranho estava acontecendo, algumas naves com vários tripulantes, entre eles cientistas e médicos, sumiam sem deixar pistas. Em Urano, não estavam conseguindo contato de forma alguma nestes casos, e foi então que as tropas de combate, chamadas Aunis, entraram em ação; estas tropas foram destinadas a ir atrás dos desaparecidos. No planeta, se cogitava que seria parte do plano de Muzius, mas, felizmente, as tropas tiveram sucesso na sua missão, encontraram os cientistas e médicos quase todos salvos. Uns estavam na Europa, a lua de Júpiter, outros estavam em uns planetas em outro sistema solar, mas algo chamou muito a atenção de todos. As tropas Aunis descobriram que as turbinas foram construídas, por incrível que pareça, por Muzius, que também teve a brilhante ideia de colocar um sistema que desligaria as tais turbinas ao toque de um botão de controle a longa distância. As tropas Aunis, por motivo de segurança mundial e por ordem de seus superiores, não deixaram os cientistas e médicos saberem da verdade. Tanus, um cientista, começou dizendo: — Estamos salvos graças à eficiência das tropas Aunis, que foram muito rápido no nosso resgate. Então, o repórter pergunta: — O que aconteceu com as naves espaciais? — Ainda não sabemos o que aconteceu. Só temos a certeza que vamos descobrir. — Quem está conduzindo as investigações? — Por hora, estão sendo feitas pelas tropas Aunis, mas serão acompanhadas por nós, cientistas e médicos, passaremos essas informações a vocês, por hoje e tudo. Ali se encerrou a coletiva a imprensa. Mal acabou uma página negra na história deste planeta, e outra coisa ainda pior chegaria para assolar os reuneses. -- H --   O CRÁCULA Dias depois, um cientista trouxe a maldição do século... Os cientistas que estavam presos na lua de Júpiter voltaram muito mal, com uma doença extremamente contagiosa. Eles disseram que os alimentos acabaram, então, acharam e comeram umas frutas estranhas jogadas no chão. Os médicos e cientistas acreditaram que a doença vinha daquelas frutas rosas e miúdas, entretanto, elas foram encontradas na lua de Júpiter, eles julgaram serem coisa dos habitantes de Júpiter. Assim, alguns cientistas foram até Júpiter conversar com seus habitantes, para investigar em seus computadores se existia alguma fruta dessa lá, e o resultado foi que não eram encontradas naquele planeta. Logo, os reuneses pesquisaram um pouco mais e descobriram que essas frutas eram de Urano. Contudo, desgraça pouca é bobagem, decorrido pouco tempo, esta doença matou a todos os tripulantes que estavam na lua de Júpiter e ainda se instalou nos corpos dos médicos que estavam cuidando dos doentes e de seus familiares, e logo estes estavam definhando também. Em poucos meses, morreram vários reuneses com esta doença, espalhando-se como uma epidemia, e os cientistas previram que se eles não achassem a cura logo, tudo vai piorar. Zigo, um médico e cientista, e outros pesquisadores do planeta, todos já estavam estudando com urgência a cura e a origem da doença que eles nomearam de crácula. Meses depois, eles ainda não tinham achado a cura, que acabou resultando em uma pandemia, com milhares de vítimas. O QUE É CRÁCULA? É a abreviação para o nome em uraniano cralas culas laculus, que em português quer dizer “praga demolidora de corpos”. Este nome foi dado porque a doença atinge a todos os órgãos do corpo. Os sintomas começam com uma tosse, depois vai atacando, causando febres, dores de cabeça insuportáveis, dores no pâncreas e em todos os órgãos do corpo. Ocorre intensa dificuldade para engolir os alimentos, porque ataca a garganta, depois, formam-se feridas imensas na pele, difíceis de cicatrizar. Quando paravam de se alimentar por causa da doença, os médicos colocavam uma pastilha debaixo de sua pele, através de seringa, que os alimentava. Hemorragias nos órgãos internos e também nas feridas, falta de apetite, demência, vômitos de sangue, mutações como parasitas que saem de dentro de qualquer parte do corpo, perfurando os órgãos e, em alguns casos, podem atacar os olhos, levando à cegueira, ossos de vidro, pele de papel, podem perder alguma parte do corpo, coma, levando-os à morte. Como os pacientes têm dificuldades para respirar, são implantados chips através de uma seringa em seus pulmões que ajudam a respirar melhor. Então, eles pesquisaram como se transmite a doença e descobriram que ser através da respiração, pelo beijo, e se um chegar muito próximo ao doente, e o pior, eles chegaram à conclusão que se a cura não aparecesse logo, a raça reunesa ia ser dizimada. Então, eles iniciaram um estudo abrangente em busca da cura da doença, com urgência. Assim, eles se dividiram, alguns reuneses começaram estudarem a cura em Urano, e outros foram em busca de uma solução fora do planeta. Aqui, na Terra, os humanos produzem muitas vacinas em cultivo de tecidos humanos e animais, como tecidos de rins de macacos e cachorros, embriões de galinhas, órgãos de fetos de abortos, cérebro de coelho... Os reuneses também, mas eles costumam misturar estas composições com outras, porque lá eles produzem vacinas 2 em 1, ou seja, tanto para curar os doentes quanto para imunizar aqueles que não estão doentes. Depois de alguns estudos, os cientistas fabricaram cinco categorias de vacinas em Urano. Eles testaram cinco vacinas, começando pelos doentes, mas elas não deram certo, e o pior, o número de doentes Se quiser ler o resto é só adquirir o seu exemplar neste link https://loja.uiclap.com/titulo/ua115062

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